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Unidade de Produção de Alevinos no Açaí é preparada para entrar em operação  

A unidade foi implantada em 2014.

Notícia do dia 31/05/2021
Unidade de Produção de Alevinos no Açaí é preparada para entrar em operação    Foto: Gerlean Brasil

 

A Unidade de Produção de Alevinos (UPA), na comunidade Nossa Senhora de Fátima do Açaí, no Projeto de Assentamento Vila Amazônia, recebeu mutirão de limpeza na última semana. A UPA é estratégica para impulsionar a piscicultura em Parintins, gerar emprego, renda e aquecer a economia na zona rural.

 

Por orientação do prefeito Bi Garcia, a Secretaria Municipal de Pecuária, Agricultura e Abastecimento (Sempa) trabalha para firmar acordo de cooperação técnica com a Secretaria de Estado da Produção Ruralv (Sepror) e a Secretaria Executiva Adjunta de Pesca do Amazonas (Sepa). A unidade foi implantada pelo Governo do Amazonas em 2014. 

 

O secretário da Sempa, Tião Teixeira, esteve na sede da Sepror/Sepa, em Manaus, na primeira quinzena do mês de maio, para agilizar parceria institucional com o secretário executivo adjunto de pesca do Amazonas, Leocy Cutrim Filho.

 

Ele destaca que o envolvimento do Governo do Amazonas e a capacidade técnica da equipe da Sempa são fundamentais para fazer crescer o potencial da piscicultura em Parintins. “Temos pessoas capacitadas e vamos somar forças com o Governo do Estado e o apoio do prefeito Bi Garcia para desenvolver a piscicultura, gerando emprego e renda, trazendo melhor qualidade de vida pro nosso povo”, assinalou.

 

O subsecretário de Produção, José Cursino, enfatiza o engajamento das instituições públicas e a competência da administração municipal para a unidade ser referência aos produtores rurais. “Vamos juntar as experiências para fazer funcionar a UPA. Isso demonstra o sentimento de produzir e melhorar, incentivar os jovens para a produção de viveiros”, pontuou.

 

O produtor rural, Leno Corrêa, participou da ação de limpeza da área e já vive a expectativa da reativação da UPA para servir de formação aos assentados da Vila Amazônia. “Temos filhos de produtores que podem receber formação aqui. Além de banana e farinha, nós podemos produzir peixe”, concluiu.