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BRASÃO OFICIAL DE PARINTINS
27/07/2026 Notícia oficial

BRASÃO OFICIAL DE PARINTINS

O Brasão de Parintins tem a forma de um quadrilátero, arredondado na base. Tem no alto os Castelos imitando o escudo português, justificando também a origem da nossa nacionalidade. A Estrela que se sobrepõe, em um dos castelos, com os dois "MM" trançados, representa a glorificação que teve Parintins, de municipio modelo do Amazonas.

A Espada refere-se à personalidade do Capitão José Pedro Cordovil que foi o fundador do primeiro núcleo de povoação, com a 14:00 participação dos indigenas, impondo, pela sua condição de militar, um regime de austeridade e trabalhos forçados, pelo aproveitamento da terra com o objetivo de maior produção agricola.

A Cruz representa a ação de trabalhos fecundos de catequese religiosa, entre os silvicolas, ministrada por frei José das Chagas, jesuita e homem de espirito devotado ao Bem e a Virtude, que tinha na cruz o símbolo da Fé Católica.

O Sol. que é o astro-rei do sistema planetário, representa o alvorecer de uma nova era, que vivifica e aquece com a intensidade de sua luz, os primeiros habitantes da gleba, verificando as clareiras que se formavam, para o ressurgimento e progresso do núcleo, incentivando-os ao trabalho quotidiano.

O Livro Aberto e a Pena que estão sobre suas páginas traduzem em aprimoramento e a inteligência e cultura de seus filhos, em todos os ramos da atividade humana, que se destacam em evidente ascensão.

O Lavrador, empunhando a enxada na terra fértil, indica o trabalho agricola, como meio de subsistência de seus primitivos habitantes. A Arvore de Maniva ou mandioca já era cultivada pelos indígenas, quando aqui aportaram os portugueses. Significa que a mandioca foi

a primeira agricultura que se fez em nossa terra, a base da alimentação dos nossos indios e que serve à fabricação da farinha para o uso doméstico, na alimentação dos que vivem nesta região.

O Pirarucu, um dos sustentáculos da nossa economia, base da alimentação dos nativos e complemento da nossa alimentação.

O Arco e a Flecha representam a arma guerreira dos nativos, que, com sua indumentária, com o colorido de penas, tem o sentido da alegoria da própria raça.

A Vitória-Régia, flor que traz na majestade de seu esplendor o emolduramento dos lagos da nossa região:

A Castanheira representa a floresta na sua grandeza e exuberància, com a variedade de madeiras e frutos à espera da industrialização.

A Pele de Ariranha, conhecida também por onça-d'água, representa a fauna com sua variedade de animais silvestres.

O Reprodutor Bovino representa a pecuária, em que se assenta, também, uma das fontes econômicas do nosso municipio.

O Ramo de Juta, fibra para indústria têxtil, originária da india, aclimatada no município pelo japonês Ryota Oyama, representa a maior riqueza do municipio.

O Ramo de Cacau, que aqui foi encontrado em estado nativo, ainda representa algo na balança econômica do município, embora sua exportação seja em menor escala, pela devastação das enchentes.

A Fábrica em funcionamento representa as indústrias nascentes do municipio, em plena florescência.

As Datas colocadas abaixo do quadrilátero, são as principais da nossa História. Ao lado esquerdo: 1796, aqui desembarcou José Pedro Cordovil e à direita: 1852, data da elevação de Parintins à categoria de municipio.

A frase latina "In hoc signo vinces que se traduz "com este sinal vencerás", usa-se para designar aquilo que nos faz vencer uma dificuldade ou alcançar uma vantagem. Essa frase se afirma ter Constantino visto uma cruz, que lhe apareceu nos ares, quando marchava contra o exército de Maxêncio em 312 d.C.